SEJAM TODOS BEM-VINDOS

SEJAM TODOS BEM-VINDOS

terça-feira, 16 de julho de 2013

LEITURAS (16/07):
PRIMEIRA LEITURA (ZACARIAS 2,14-17).
RESPONSÓRIO (LUCAS 1,46-55).
EVANGELHO (MATEUS 12,46-50).
SALMO DO DIA:
-O PODEROSO FEZ POR MIM MARAVILHAS, E SANTO É O SEU NOME.
-O PODEROSO FEZ POR MIM MARAVILHAS, E SANTO É O SEU NOME.
1. A MINH’ALMA ENGRADECE AO SENHOR, E SE ALEGROU O MEU ESPÍRITO EM DEUS, MEU SALVADOR.
2. POIS ELE VIU A PEQUENEZ DE SUA SERVA, DESDE AGORA AS GERAÇÕES HÃO DE CHAMAR-ME DE BENDITA. O PODEROSO FEZ POR MIM MARAVILHAS E SANTO É O SEU NOME!
3. SEU AMOR, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO, CHEGA A TODOS OS QUE O RESPEITAM. DEMONSTROU O PODER DE SEU BRAÇO, DISPERSOU OS ORGULHOSOS.
4. DERRUBOU OS PODEROSOS DE SEUS TRONOS E OS HUMILDES EXALTOU. DE BENS SACIOU OS FAMINTOS E DESPEDIU, SEM NADA, OS RICOS.
5. ACOLHEU ISRAEL, SEU SERVIDOR, FIEL AO SEU AMOR, COMO HAVIA PROMETIDO AOS NOSSOS PAIS, EM FAVOR DE ABRAÃO E DE SEUS FILHOS, PARA SEMPRE!


DIA 16 - TERÇA-FEIRA.
NOSSA SENHORA DO CARMO.
(FESTA, CREIO, GLÓRIA, PREFACIO DE NOSSA SENHORA, COR BRANCA).
HISTÓRIA:
A festa da Padroeira da Ordem Carmelita foi, inicialmente, a da Assunção da Bem-aventurada Virgem Maria, a 15 de agosto. Entretanto, entre 1376 e 1386, surgiu o costume de celebrar uma festa especial em honra de Nossa Senhora, para comemorar a aprovação da regra pelo Papa Honório III, em 1226. Esse costume parece ter-se originado na Inglaterra. E a observância da festa foi fixada para o dia 16 de julho, que é também a data em que, segundo a tradição carmelita, Nossa Senhora apareceu a S. Simão Stock e lhe entregou o escapulário. No início do século XVII ela se transformou em definitivo na "festa do escapulário", e logo começou a ser celebrada também fora da Ordem e, em 1726, espalhou-se por toda a Igreja do Ocidente, por obra do Papa Bento XIII. No próprio da missa do dia não se faz menção do escapulário ou da visão que teve S. Simão; porém, ambos os fatos são mencionados nas leituras do segundo noturno das Matinas. E o escapulário de Nossa Senhora é mencionado no prefácio especial usado pelos carmelitas nesta festa.

A ordem dos carmelitas, uma das mais antigas na história da Igreja, embora considere o profeta Elias como o seu patriarca modelo, não tem um verdadeiro fundador, mas tem um grande amor: o culto a Maria, honrada como a Bem-aventurada Virgem do Carmo. "O Carmo - disse o cardeal Piazza, carmelita - existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual".  Elias e Maria estão unidos numa narração que tem sabor de lenda. Refere o Livro das Instituições dos primeiros monges: "Em lembrança da visão que mostrou ao profeta a vinda desta Virgem sob a figura de uma pequena nuvem que saía da terra e se dirigia para o Carmelo (cf. 1Rs 18,20-45), os monges, no ano 93 da Encarnação do Filho de Deus, destruíram sua antiga casa e construíram uma capela sobre o monte Carmelo, na Palestina, perto da fonte de Elias em honra desta primeira Virgem voltada a Deus.

Expulsos pelos sarracenos no século XIII, os monges que haviam entretanto recebido do patriarca de Jerusalém, santo Alberto, uma regra aprovada em 1226 pelo papa Honório III, voltaram ao Ocidente e na Europa fundaram vários mosteiros, superando várias dificuldades, nas quais, porém, puderam experimentar a proteção da Virgem. Um episódio em particular sensibilizou os devotos: "Os irmãos suplicavam humildemente a Maria que os livrasse das insídias infernais. A um deles, Simão Stock, enquanto assim rezava, a Mãe de Deus apareceu acompanhada de uma multidão de anjos, segurando nas mãos o escapulário da ordem e lhe disse: "Eis o privilégio que dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido deste hábito será salvo".

Os críticos consideram espúria, isto é, não autêntica, a bula de João XXIII em que se fala deste privilégio sabatino de ficar livres do inferno e do purgatório no primeiro sábado após a morte, mas muitos papas têm falado disso em sentido positivo. Numa bula de 11 de fevereiro de 1950, Pio XII convidava a "colocar em primeiro lugar, entre as devoções marianas, o escapulário que está ao alcance de todos": entendido como veste mariana, esse é de fato um ótimo símbolo da proteção da Mãe celeste, enquanto sacramental extrai o seu valor das orações da Igreja e da confiança e amor daqueles que o usam. 


 

Nuestra Fe...

Explicações sobre: o que é as CEBs? (retirado da Wikipédia)

As Comunidades Eclesiais de Base (CEB) são comunidades inclusivistas ligadas principalmente à Igreja Católica que, incentivadas pelo Concílio Vaticano II (1962-1965) e pela Teologia da Libertação,[carece de fontes] se espalharam principalmente nos anos 1970 e 80 no Brasil e na América Latina. Consistem em comunidades reunidas geralmente em função da proximidade territorial e de carências e misérias em comum, compostas principalmente por membros insatisfeitos das classes populares e despossuídos, vinculadas a uma igreja ou a uma comunidade com fortes vínculos, cujo objetivo é a leitura bíblica em articulação com a vida, com a realidade politica e social em que vivem e com as misérias cotidianas com que se deparam na matriz ordinária de suas vidas. Através da hermenêutica do método ver-julgar-agir buscam olhar a realidade em que vivem (VER), julgá-la com os olhos da fé (JULGAR) e encontrar caminhos de ação impulsionados por este mesmo juízo prático ou teórico à luz da fé (AGIR). A ação encontra respostas variadas segundo as circunstâncias que enquadram suas realidades anímicas, transcendendo os limites das igrejas. Estas comunidades impulsionaram a criação de clubes de mães, sindicato, associações de moradores, cooperativas agrícolas, no movimento dos sem terra, e outras iniciativas que fortaleceram a espiritualidade ou o movimento social. Durante a ditadura militar, apoiaram a redemocratização do Brasil, porém com o declínio da Teologia da Libertação e a ascensão da Renovação Carismática as Comunidades Eclesiais de Base vem perdendo espaço dentro do movimento católico. 1
As CEBs são comunidades, uma reunião de pessoas que vivem na mesma região, tem uma mentalidade unificante e possuem a mesma fé. São eclesiais, porque estão unidas à Igreja ou a um grupo de ação social. São de base porque são constituídas de pessoas das classes populares e de menor cultura e se contrapõem aos que tem posses. Localizam-se em geral na zona rural e na periferia das cidades. Organizam-se em torno das paróquias, capelas, centros sociais ou associações comunitárias por iniciativa de leigos, padres ou bispos.
Segundo Frei Betto,2 as CEBs são uma nova forma de organizar. Tradicionalmente, a Igreja Católica é organizada em torno das paróquias. As CEBs permitem que a organização se dê através de comunidades menores, onde os membros podem estabelecer laços comunitários entre si. Assim, as paróquias evangelizadoras podem se tornar verdadeiras comunidades paroquiais de vanguarda.
O formuladores das CEBs desde o princípio advogaram para essas comunidades um protagonismo de primeira grandeza dentro da Igreja. As CEBs seriam o "primeiro e fundamental núcleo eclesial, (...) célula inicial da estrutura eclesial"3 , unidade estruturante da Igreja4 . Tal grandiloquência chegava a lembrar o espírito triunfalista tão criticado na mentalidade pré-conciliar.[carece de fontes] No entanto, essas formulações conceituais nunca passaram de um desideratum, visto que o Catecismo da Igreja Católica, os Documentos pontifícios do Papa João Paulo II, o Código de Direito Canônico ou outros documentos estruturantes da Santa Sé nunca incorporaram as CEBs, omissão essa que alguns interpretam como uma restrição.
Deve-se ressaltar que as Comunidades Eclesiais de Base não são homogêneas nem homogenizáveis, dada a diversidade social, religiosa e geográfica e as formas distintas de compreender e viver sua inserção crítica eclesial e sua participação na sociedade. Correspondem a uma organização descentralizada, diferentes entre si, como resposta aos desafios sociais e eclesiais concretos. Não possuem secretariado nacional, mas uma "comissão ampliada" que faz a ponte entre os encontros nacionais (Encontros Inter-eclesiais) entre as igrejas particulares.5
Entretanto, segundo Bingemer,6 é possível detectar quatro traços distintivos de uma CEB:
  • O primeiro traço é a territorialidade: são pessoas que se reúnem por proximidade geográfica. Esta proximidade está na origem da discussão e reivindicação por serviços básicos (Bolsa Família, água, saneamento).
  • Círculos bíblicos: os grupos se reúnem para leitura e reflexão da Palavra de Deus e confrontá-la com a vida cotidiana. Muitas comunidades iniciaram a partir destes círculos bíblicos e passaram a organizar celebração dominical, com ou sem sacerdote.
  • Participação e discussão dos problemas comunitários em conselhos ou assembleias, com ampla participação dos membros.
  • A partir das necessidades das comunidades, foram surgindo diversos ministérios leigos ao longo da história das CEBs: ministros da Comunhão, ministros das pastorais específicas ou grupos de alfabetização de adultos, hortas comunitárias, clubes de mães.
A partir da reflexão sobre os problemas da família, do trabalho e do bairro, as CEBs ajudaram a criar movimentos sociais para organizar sua luta: associações de moradores, organizações sindicais, luta pela terra e também o fortalecimento do movimento operário.
 

Padre da Igreja

Bendo XVI Orando

Que lindo altar

sagrada família

Minha Religião

Fé Católica

Hoje, celebramos a festa de Nossa Senhora do Carmo.
Esta festa devocional faz memória do dia em que, segundo a tradição carmelita, Nossa Senhora, numa visão, entregou o escapulário do carmelo a São Simão Stock, primeiro geral da ordem. O título "do Carmo" recorda a herança espiritual do profeta Elias, contemplativo e incansável defennsor do único Deus de Israel!!!!
NOSSA SENHORA DO CARMO, ROGAI POR NÓS!!!

São Miguel Arcanjo

Mãe Piedosa

Coração de jesus

Frase Papal